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Igreja de Santo António, Lagos - Edifício de estilo barroco, com a nave decorada com azulejos e talha dourada, a igreja deve ter sido construída no reinado de D. João V.

28 de janeiro de 2017

Turma 6.º D - TPC

Guia de Estudo n.º 3, sobre a revolução francesa e as invasões francesas.
A entregar até ao dia 1 de fevereiro (4.ª feira).

Guia de Estudo n.º 3 - página 1

Guia de Estudo n.º 3 - página 2


16 de janeiro de 2017

Turmas 6.º C, 6.º D e 6.º E - TPC

Os alunos que não têm disponível o Caderno de Perguntas, encontram em baixo a ligação às duas páginas da ficha n.º 2.

Os prazos do trabalho de casa é o seguinte:

6.º C - 20 de janeiro (6.ª feira)
6.º D e 6.º E - 23 de janeiro (2.ª feira)

Guia de Estudo n.º 2 - pág. 1

Guia de Estudo n.º 2 - pág. 2


15 de janeiro de 2017

Os Romanos na Península Ibérica

Seleção de alguns excertos de um documentário da RTP2 sobre o Império Romano e a presença dos Romanos na Península Ibérica.




O latim, as línguas indígenas e o português

Numa aula, perguntaram-me alguns alunos sobre as línguas faladas na Península Ibérica antes do domínio romano.
Sobre línguas antigas, não será possível conhecê-las se não tiverem passado à forma escrita. Na altura, não havia processos de gravação!
A língua falada é um património não material - se não ganhou forma escrita, não é conhecida. Poderão existir, no máximo, algumas hipóteses.

Sobre o latim na origem do português - como foi o processo de difusão/adoção do latim - transcrevo as palavras de um conceituado historiador português, A. H. de Oliveira Marques (1933-2007):
«As línguas indígenas pouca ou nenhuma importância tiveram no nascimento e na evolução do português. (…) Eram os indígenas que aprendiam o latim, e não os Romanos que aprendiam os idiomas locais. Todas as comunicações, a legislação e o sistema escolar assentavam no latim. Durante alguns séculos, podiam os indígenas ter falado um dialeto local qualquer acrescentado a palavras e a formas latinas. À medida que o tempo ia passando, esse falar desvaneceu-se até desaparecer por completo. Não faltam as provas históricas para afirmar que a colonização romana cuidou a sério da difusão da língua latina e dos costumes romanos entre os indígenas. Os resultados seriam perfeitos e permanentes.»
A. H. de Oliveira Marques, História de Portugal (vol. I)


Sobre o português e a sua forma escrita, poderá ser interessante ler isto.


12 de janeiro de 2017

Ammaia - Um mistério com 2 mil anos

Sobre a cidade romana de Ammaia, a RTP2 produziu um documentário.
Fiz uma seleção de alguns excertos. Será interessante para os alunos que estudam a presença romana na Península Ibérica e para todos que se interessam pelo património histórico.



11 de janeiro de 2017

Invasões francesas - vídeo

Aproximam-se as invasões francesas!...
Um pequeno vídeo, com sentido de humor, para melhor compreender os franceses que nos invadiram.




5 de janeiro de 2017

Vidros romanos

Houve alunos do 5.º E que duvidaram da existência de objetos de vidro das épocas fenícia ou romana!
"Como é possível haver peças de vidro que não se partiram?"
Prometi provas!...

O Museu Cidade de Ammaia apresenta esta belíssima coleção de vidros romanos.





É quase certo que na cidade de Ammaia havia fabrico de recipientes de vidro.
Segundo informação do Museu, a colecção conta com 31 recipientes inteiros e 5 quase completos. «Pode ser considerada uma das melhores coleções de vidros, não porque a qualidade do vidro seja excecional, mas pelo seu estado de conservação, a que não devem ser alheias as características dos solos que envolvem a Ammaia, de origem granítica e naturalmente ácidos, sendo por isso favorável à preservação do vidro.»

Destaque para este jarro (séculos II - III), uma "peça de luxo", que deve ter sido encontrada numa sepultura. Por isso, o seu excelente estado de conservação.




Ammaia - cidade romana na Península Ibérica

A cidade romana de Ammaia localizava-se no Alto Alentejo (no atual concelho de Marvão, distrito de Portalegre), a sul do rio Tejo (Tagus).

Para além de Ammaia, destaquei as cidades de Lisboa (Olisipo), a verde,
e Mérida (Emerita Augusta), capital da província da Lusitânia, com a seta azul 

Assim seria a cidade de Ammaia
Ao fundo, a serra de S. Mamede
Assim seria a Porta Sul
Assim seria o espaço que vemos em ruínas nas figuras abaixo
Entrada sul da cidade (parte interior)


Ruínas da cidade de Ammaia (zona interior da entrada sul)
Assim se encontram as ruínas da Porta Sul

Ammaia foi fundada no início da Era Cristã, isto é, muito próximo da época do nascimento de Cristo, quando o Império Romano era governado pelo seu primeiro imperador: Augusto.

A cidade foi criada de raiz, ou seja, foi planeada e construída num local onde não existia outra povoação. Localizava-se perto da estrada romana que ligava cidades do litoral atlântico à capital da província da Lusitânia, a cidade de Mérida (chamada, na época, de Emerita Augusta, em homenagem ao imperador).



Assim seria a cidade e uma das suas ruas principais

Ammaia foi um centro urbano de grande importância na região onde se localizava.
Nessa região desenvolveu-se a agricultura e a criação de gado (bovino, ovino e suíno), mas também a exploração dos recursos minerais, nomeadamente o ouro (perto do Tejo) e o cristal de rocha (na serra de S. Mamede) para o fabrico do vidro e de joalharia.
A cidade entrou em declínio a partir do século V, com o fim do Império Romano, e foi sendo abandonada.


Assim seriam o forum (englobando um templo) e as termas

Depois de ter estado esquecida durante muitos séculos, nas últimas duas últimas décadas esta antiga cidade romana foi objeto de investigação por parte dos arqueólogos.
Existe um museu - Museu Cidade de Ammaia - onde podem ser vistos muitos objetos relativos às vivências da cidade.
Muito interessante!

Museu Cidade de Ammaia - Entrada
Pode-se ver uma maqueta de como seria a cidade


4 de janeiro de 2017

Turma 5.º D e 5.º E - Trabalho de Casa

Para os alunos que não têm o Caderno de Atividades, a Ficha n.º 6 - pág.18 que devem fazer como trabalho de casa.

O 5.º E deve entregar o TPC na 2.ª feira, dia 9.
O 5.º D deve entregar o TPC na 4.ª feira, dia 11.